"...Então verão o Filho do homem voltar sobre as nuvens com grande poder e glória.." (Marcos 13)
 
       
 
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06/07/2018
Instrumento de perdição
 

Instrumento de perdição

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Eu já te disse, falando da Confissão, que a maneira pela qual este Sacramento é administrado não responde em absoluto a um plano de Minha Misericórdia e de Meu Amor, mas sim a um desígnio perverso do Maligno.

Ele não deixou nada sem tentar transformar este Sacramento, meio de ressurreição e de vida, em um instrumento mortal de perdição, obscurecendo este precioso fruto de Minha Redenção.

Tenho te dito numa Mensagem recente que Eu constituí Meus sacerdotes como juízes das consciências. Como? ... Não Sou Eu o Eterno Sacerdote?

Quando fostes chamados por Mim, haveis sidos consagrados a Mim, Eu participei a vós Meu Sacerdócio, ou seja, vos chamei para fazer parte de Meu Sacerdócio, como no seu tanto participo nas almas (com os outros Sacramentos) Minha Vida sobrenatural.

Mas Eu Sou um Ser infinitamente simples: não há em Mim atributos ou perfeições distintas. Eu Sou o Ser infinitamente perfeito, e em Mim estão todas as perfeições.

Eu Sou o Eterno Sacerdote, Eu Sou o Eterno Juiz. Eu Sou o Eterno Amor e a Eterna Justiça, Eu Sou a Eterna Misericórdia.

A Mim, Juiz, está reservado o julgamento particular de todo homem, julgamento sem apelação, irrevogável que terá sua conclusão final com o julgamento universal, e isto seja para a humanidade ou seja para a natureza angélical.

Eu, o Juiz infinitamente justo, julgo cada homem com justiça. Ser juiz significa absolver ou condenar com justiça os pecados daqueles que pecaram.

Todo sacerdote deve ser um juiz reto, justo e imparcial. Este poder não é deles, mas sim de Mim, Eterno juiz.

Muitíssimos exercem esse poder como se fosse deles; administram esse poder sobrenatural com uma facilidade e inconsciência que faz estremecer a quem tem um pouquinho de sensibilidade espiritual.

Se ajuda os penitentes a encontrar todas as justificações possíveis para seus pecados, concluindo que a Misericórdia de Deus é grande.

Confissões sacrílegas

A Misericórdia de Deus não é apenas grande, mas é infinita, mas isso não autoriza ninguém a abusar dela de maneira tão vergonhosa.

É importante, filho, e é por isso que te repito isso: "Não se tornem de administradores da Justiça Divina, em cúmplices do diabo, de instrumentos de salvação, em instrumentos de perdição!".

De Deus não se pode rir com impunidade. As palavras com que Eu institui este meio de salvação são de clareza inconfundível: Perdoar ou reter os pecados.

Não pode haver Confissão válida sem arrependimento sincero, não pode haver arrependimento sincero sem um propósito sério e efetivo de não querer mais pecar.

Muitas Confissões são nulas. Muitos são duas vezes sacrílegas. Quem confessa sem ter as disposições exigidas e quem absolve sem ter certeza de que as disposições requeridas existem, profanam o Sacramento e comete um sacrilégio.

Degrado este prodigioso meio de salvação, transmutando-o em meio de perdição, aquele sacerdote que se faz cúmplice do malvado desígnio de Satanás. Ele não busca a Deus nem ao bem das almas, mas busca a si mesmo e é verdadeiramente terrível colocar-se diante de Deus.

-Então Senhor ...

Sim, Meu filho, não rigor estúpido, mas retidão e justiça.

Porque haveria dito aos Apóstolos e a seus sucessores: "Ide, e todos aqueles a quem perdoardes os pecados serão perdoados e aqueles que retiverdes serão retidos?" É evidente que com estas palavras se lhes pede um julgamento sério e equilibrado que não se admite compromissos com ninguém, nem com a própria consciência, nem com o penitente e muito menos Comigo.

Já nada mais é pecado

Muitas coisas, Meu filho, Eu as repito voluntariamente para imprimir melhor na alma de Meus sacerdotes este ponto focal da pastoral atual. Sim, se absolve tudo e a todos sem qualquer discriminação.

Para muitos sacerdotes também é tão fácil absolver, porque nada mais é pecado ...

Pureza não é mais uma virtude; Paternidade responsável, que corretamente entendida é uma coisa boa, tornou-se a razão para todas as licenças nas relacões conjugais.

Sob o pretexto de favorecer a cultura, autorizam-se as leituras mais nocivas em que os germes da luxúria e dos erros filosóficos e teológicos são descartados sem parcimônia.

Hoje tudo é baseado na fraude, no roubo; a justiça exige que o confessor tenha a certeza do propósito sério e efetivo de restituir o que é tirado. Muitíssimas vezes, o penitente nem sequer é avisado deste estrito dever.

Em nome do progresso, para convencer o penitente de que o confessor é um homem moderno na altura dos tempos, ambos fecham os dois olhos.

Essas coisas são negligenciadas por aqueles que têm a responsabilidade de combater o mal desde suas raízes, sempre, em todos os lugares e sem descanso, para não serem superados (como realmente sereis) nesta hora sombria e tremenda que estais prestes a viver.

Te abençoo e Comigo te abençoa a Mãe e São José.

(Mensagem de Jesus de 28 de outubro de 1975)

Do livro "Confidências de Jesus a um Sacerdote", de Mons. Ottavio Michelini

Fonte: http://www.santisimavirgen.com.ar/michelini/mensajes.htm

 
 
 

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