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09/07/2016
Bispo: ‘ambiguidade intencional’ de Amoris Laetitia significa que as pessoas farão ‘o que quiserem’
 

Bispo: ‘ambiguidade intencional’ de Amoris Laetitia significa que as pessoas farão ‘o que quiserem’

Depois de refletir, tornou-se bastante claro que o documento do Papa Francisco sobre o casamento e a família, ‘Amoris Laetitia’ é marcado pela ambiguidade, e isso é intencional por parte do Santo Padre, penso eu.

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Claire Chretien – LifeSiteNews | Tradução Sensus fidei: PROVIDENCE, Rhode Island, 08 de julho de 2016 (LifeSiteNews) – Tornou-se claro que a exortação do Papa Francisco Amoris Laetitia é “marcada pela ambiguidade”, e que parece ter sido esta a intenção do Santo Padre, escreveu Bispo Thomas J. Tobin nesta quinta-feira.

Em um post no Facebook, o bispo de Providence, Rhode Island, escreveu que o documento permite uma ampla gama de interpretações e é por isso que muitos prelados e comentadores têm diferentes pontos de vista sobre ele.

Ele escreveu:

Depois de refletir, tornou-se bastante claro que o documento do Papa Francisco sobre o casamento e a família, ‘Amoris Laetitia’ é marcado pela ambiguidade, e isso é intencional por parte do Santo Padre, penso eu.

Isso explica por que, nos últimos pares de dias, nós tivemos interpretações muito diferentes do documento a partir de dois proeminentes líderes da Igreja — o arcebispo Charles Chaput, da Filadélfia e cardeal Christoph Schonborn, de Viena. E de muitos outros comentaristas também.

A boa notícia é que, por causa dessa ambiguidade, as pessoas podem fazer praticamente o que quiserem. A má notícia é que, por causa dessa ambiguidade, as pessoas podem fazer praticamente o que quiserem.

Vai entender!

Esta semana, Chaput emitiu orientações diocesanas para a implementação de Amoris Laetitia que instruíram pastores para apoiarem a prática de longa data da Igreja em não admitir à Sagrada Comunhão divorciados e civilmente recasados que estejam sexualmente ativos com seu segundo parceiro. Chaput também escreveu que divorciados e civilmente recasados e aqueles em relacionamentos do mesmo sexo ativo e aberto não devem ocupar cargos de responsabilidade municipal, ou participar de ministérios litúrgicos por causa do potencial para o escândalo.

“Tal como acontece com todos os documentos magisteriais, Amoris Laetitia é melhor entendido quando lido dentro da tradição do ensino e da vida da Igreja”, escreveu Chaput.

Em entrevista ao La Civilta Cattolica, Schönborn disse que houve uma “evolução” na visão da Igreja com relação àqueles em situações objetivamente rotuladas como pecaminosas. Amoris Laetitia permite a Sagrada Comunhão para divorciados civilmente recasados, em alguns casos, disse ele.

“É… possível que, em alguns casos, aquele que está em uma situação objetiva de pecado possa receber a ajuda dos sacramentos”, disse Schönborn, com base no discernimento dos “casos individuais tanto no foro interno quanto no foro externo.”

Esta não é a primeira vez que Schönborn, a quem o Papa Francisco escolheu para apresentar a exortação após o seu lançamento, declarou que Amoris Laetitia permite uma mudança significativa na disciplina sacramental.

Desde a publicação de Amoris Laetitia há quase três meses, o documento foi recebido com reações diversas por líderes católicos. Alguns afirmam que não muda nada; outros o têm chamado de uma “brecha” na tradição católica e “perigoso” por causa de seu aparente abraço de ética situacional.

Publicado originalmente: LifeSiteNews – Bishop: Amoris Laetitia’s ‘intentional ambiguity’ means people will do ‘whatever they want’

Via:http://www.sensusfidei.com.br/2016/07/08/bispo-ambiguidade-intencional-de-amoris-laetitia-significa-que-as-pessoas-farao-o-que-quiserem/#.V4DwIqJCjt8

 
 
 

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