"...Então verão o Filho do homem voltar sobre as nuvens com grande poder e glória.." (Marcos 13)
 
       
 
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07/11/2018
Cuidado, CNBB, pois assim poderá ser retribuída por seus camaradas de ideologia.
 

Cuidado, CNBB, pois assim poderá ser retribuída por seus camaradas de ideologia.

Quem gosta de Esquerda, como o infeliz padre irlandês, pode meditar no martírio do Bispo Florentino Asensio, acontecido durante a perseguição religiosa que anarquistas, comunistas e socialistas moveram contra a Igreja católica na década de 1930, na Espanha. Saldo da perseguição religiosa: foram assassinados 13 bispos, 4184 sacerdotes, 2365 frades e monges e 283 religiosas (sem contar os leigos, cujo número só Deus conhece).

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O assassinato do Beato Florentino Asensio, Bispo de Barbastro

Esta é a história de um mártir. Mártir In Odium Fidei. Um mártir cristão, um meu irmão na Fé, que deu o seu sangue pelo seu grande amor a Cristo e sua esposa mistíca, a Santa Igreja Católica. É a história de um Bispo desta nossa Igreja peregrina na Terra, cujo testemunho de imolação perante as forças do Mal, nos deve fazer, no mínimo, refletir sobre a nossa Fé.

Um testemunho eloquente, que previno desde já, poderá impressionar os mais impressionáveis.

Esta é a história do Beato Florentino Asensio Barroso, bispo da diocese de Barbastro - Espanha que foi selvaticamente assassinado por ódio à Fé.

Nasceu em Villasexmir (Valladolid) a 16 de outubro de 1877. Foi ordenado sacerdote em 1901. Em 1935 foi nomeado pela Santa Sé Bispo da diocese de Barbastro (diocese que foi bastante martirizada pelas forças marxistas e anarquistas no decorrer da Guerra Civil Espanhola).

A 19 de Julho de 1936, o Comitê dos milicianos (comunistas e anarquistas) informaram-lhe que ficaria preso na sua residência episcopal. No dia 23 foi transferido para o colégio, agora prisão, dos padres Escolápios (onde também estiveram os beatos mártires claretianos de Barbastro- ver outro meu post), onde foi submetido a humilhações, escárnios e insultos sem fim.

Na noite de 8 de agosto, foi chamado a comparecer perante a farsa que era o tribunal popular, criado pelos comunistas. Presentindo o pior, e "perante o que pudesse ocorrer" antes de abandonar a prisão, pediu ao padre Prior dos beneditinos (do mosteiro beneditino Nuestra Señora del Pueyo, também ele ali preso) para o ouvir em confissão e o absolver.

Amarraram-no em conjunto com outro homem, e os conduziram, após várias horas no calabouço a uma sala vazia onde ficaram amarrados a um poste. Entre frases grosseiras e insultuosas, uns milicianos (Héctor M., Santiago F., Antonio R., e Alfonso G.) aproximaram-se do prelado. O bispo Asensio encontrava-se a rezar silenciosamente. Santiago F. diz então a Alfonso G., que era analfabeto: "Não eras tu que desejavas comer col... de bispo? Agora tens a ocasião!" Alfonso G. não pensou duas vezes, puxou imediatamente de uma navalha de talhante, e ali, friamente retirou os testículos de D. Florentino Asensio. Jorros de sangue inundaram suas pernas e empapou o pavimento. O senhor Bispo ficou bastante pálido mas não desmaiou. Soltou um grito de dor, e teve forças para musicar uma oração ao Senhor. Sua ferida, foi cozida de qualquer maneira, a sangue frio, pior que se faz a um animal. Testemunhos afirmam que o bispo de Barbastro teria caído de dor sobre o pavimento se não estivesse amarrado em pé.

No chão encontrava-se um exemplar do jornal anarquista "Solidaried Obrera", onde Alfonso G., recolheu os despojos, e onde os mostrou os testículos a todos, como um troféu, inclusivé nalguns bares de Barbastro.

O bispo, lancinado pelas dores, foi então empurrado à praceta diante do edíficio, onde, sem consideração alguma foi levado ao caminhão que o levava à morte. "Obrigaram-no a ir pelo seu próprio pé, deixando um rasto de sangue por onde passava". Aos olhos daqueles homens, que odiavam a Santa Igreja e seus fiéis, não passava de um cão; mas aos olhos do Senhor e dos crentes, era a imagem viva, ensanguentada, e resplandecente de um novo mártir da nossa Igreja Católica.

O heróico prelado, que no dia anterior, 8 de agosto, tinha terminado uma novena ao Coração de Jesus, dizia em voz alta: "Que noite tão bela esta para mim: vou à casa do Senhor!". José Subías, de Salas Bajas, o único sobrevivente daquelas primeiras noites de cárcere de Barbastro ouviou os seus executores dizerem: "Bem vê que não sabe para onde o levamos!..." ao que o bispo respondia: "Vós levais-me à Glória! Eu vos perdoo. No Céu, pedirei por todos vocês..."

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"Anda seu porco, depressa!" diziam os carrascos. "Por mais que me façais, eu vos hei-de perdoar" dizia o bispo. Um dos anarquistas golpeou-o furiosamente na boca com um azulejo, e lhe disse: "Toma lá a comunhão!". Extenuado, chegou ao lugar da execução, que foi no cemitério de Barbastro.

Ao recber a descarga das balas, os milicianos ouviram-no dizer: "Senhor, compadece-Te de mim". Mas o bispo não tinha ainda morrido. O arrastaram para cima de um monte de cadáveres, e depois de uma ou duas horas de uma agonia atroz, terminaram com a sua vida terrena com um tiro. "Não lhe deram o tiro de misericórdia, logo de imediato de propósito - disse mais tarde uma testemunha - deixaram-no morrer, com grandes hemorragias, de forma a que sofresse mais". Ouviam-no sussurar: "Senhor, não tardeis em me abrir as portas do Céu", "Senhor, não atrases o momento da minha morte e dá-me forças para resistir até ao último momento".

O Santo Padre João Paulo II, beatificou em Roma, este nosso irmão na Fé, o martirizado bispo de Barbastro D. Florentino Asensio a 04 de Maio de 1997.

Esta é a força da nossa Fé. Testemunho e Perdão. É até onde vai o nosso testemunho por Jesus Cristo e pela nossa Santa Igreja Católica. Beato Florentino Asensio Barroso, tu que estás na Glória de Deus, roga por mim, que sou um miserável pecador! 

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Igreja paroquial do Beato Florentino Asensio, em Valladolid.

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Mosaico do Beato Florentino Asensio, na capela da Sede da Conferência Episcopal espanhola.

Fonte:http://martiresdeespanha.blogspot.com/2011/12/o-assassinato-do-beato-florentino.html - Via:https://fratresinunum.com/2018/11/08/cuidado-cnbb-pois-assim-podera-ser-retribuida-por-seus-camaradas-de-ideologia/

 
 
 

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